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FURNAS – OPERADOR DE PROPINAS DO PRESIDENTE DO PT COMPLICA DlLMA, AECIO NEVES E FILHO DE LULA

Fernando Moura ( Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura), que operava propinas para o então presidente do PT ( Partido dos Trabalhadores ) e usava inclusive sua própria familia para isso acaba por dar um novo gás nas investigação da Lava Jato.

Interrogado pelo juiz federal Sergio Moro, titular da Operação Lava-Jato, nesta quarta-feira 03/02/2015 o delator Fernando Moura afirmou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), dividiria propina na empresa de energia Furnas com o PT nacional e estadual, na cota de um terço para cada um. Que isso teria sido parte de um acordo que Aécio teria feito 21102014141259acordo entre o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, em novembro de 2002, para que Dimas Toledo fosse indicado para um cargo em Furnas. Jose Dirceu a época desse acordo era o presidente do PT e ele teria revelado esse acordo a Fernando.

Segundo Moura, a informação lhe foi revelada por José Dirceu. “Ele [Dirceu] me chamou e falou: ‘Qual é a sua relação com o Dimas Toledo?’ Eu falei que a minha relação com o Dimas Toledo, eu estive com ele três vezes, achei ele competente, um cara profissional. Ele falou ‘porque esse foi o único cargo que o Aécio pediu para o Lula. Então você vá lá .
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De acordo com a versão de Moura, ele conversou com Dimas Toledo: “Eu fui conversar com o Dimas e o Dimas na oportunidade me colocou da mesma forma que eu coloquei o caso da Petrobras. Em Furnas era igual. Ele (Dimas) falou: ‘Ó, vocês ( PT – Partido dos Trabalhadores)  nem precisam aparecer aqui. Vocês vão ficar um terço em São Paulo, um terço nacional e um terço Aécio.”

Durante a CPI dos Correios Dimas Toledo confirmou que tesoureiro do PT, Delúbio Soares, e  o secretário-geral da legenda, Silvio Pereira estiveram em Furnas para acertar detalhes do acordo em Furnas.

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Arlindo Molina, fala à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios. Foto Wilson Dias/Abr

Arlindo Molina. ex-assessor de relações institucionais de Furnas foi preso durante a investigação sobre as fraudes nos correios sob a acusação de ter participado do grampo que flagrou o pedido de propina nos Correios.

O militar reformado Arlindo Gerardo Molina, preso pela Polícia Federal, em sua casa no Rio de Janeiro, foi apontado pelo presidente nacional do PTB, deputado Roberto Jefferson, como um dos responsáveis pela gravação em vídeo da suposta tentativa de extorsão nos Correios que acabou por ser a prova das propinas no Mensalão do PT

Roberto Jefferson afirmou que, a pedido do senador Ney Suassuna (PMDB-PB), teve um segundo encontro com o comandante Molina, em seu gabinete, no dia 3 de maio, quando este o teria informado sobre a existência da fita e sobre o interesse de empresários em negociá-la. Tal encontro foi confirmado por Dimas a época, porem disse que esse encontro com Jefferson foi em 2005.

Molina teria ficado revoltado ao ver Jefferson declarar que fora vítima de uma tentativa de chantagem. Sua versão é de que tentava apenas avisar ao deputado sobre a existência da fita. De acordo com o advogado, Molina foi conversar com Jefferson acompanhado por um assessor do senador Ney Suassuna (PMDB-PB desde 2009 no PP pivô do Petrolao),  e não pelo ex-araponga José Fortuna Neves, que também está preso.

O delegado da PF a época destacou que o militar omitiu dados sobre sua fonte de renda. Ele teria dito que é representante no Brasil de uma empresa off-shore com sede no Uruguai, mas não soube informar o nome dos sócios. Sua casa no Rio pertence a essa empresa e seu carro está em nome de uma firma que, segundo a PF, não existe formalmente.

Luis Fernando Couto era o homem de Ney Suassuna em Furnas. Suassuna foi líder do PMDB no senado, o qual deixou o partido em 2009 indo para o PP .

NILTON e outras pessoas desconhecidas do

Segundo Dimas Toledo em depoimento a Policia Federal declarante NILTON aquele da famigerada Lista Falsificada de Furnas e outras pessoas desconhecidas  foram recebidos no setor jurídico de FURNAS por LUIZ FERNANDO COUTO e que esclareceu a NILTON que o contrato com a JP já estava denunciado.

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A ministra Nilcéa Freire e o diretor de Gestão Corporativa, Luiz Fernando Couto, durante a assinatura do termo de adesão de FURNAS ao Programa Pró-Eqüidade de Gênero
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Jonas Suassuna e Ney Suassuna

Ney Suassuna que comandou o encontro de Molina, também conhecido como o “padrinho” de Jonas Suassuna que vem a ser sócio do filho do ex-presidente Lula, Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Varias reportagens mostram que Suassuna que pagou as despesas do filho do ex-presidente Lula durante muito tempo, inclusive do próprio apartamento do filho do presidente em 2007 no valor de R$ 12 mil era pago por ele o que pela legislação brasileira e vedado pois Jonas Suassuna mantinha contratos com o Governo Federal e Lulinha era o filho do presidente

 Diário do Poder |  Enrolada em acusações de corrupção, a família Lula da Silva mantém um suspeito hábito de morar em imóveis que não lhe pertencem, ao menos oficialmente. Assim como Lula nos tempos de sindicalistas vivia em uma casa supostamente de propriedade do compadre e advogado Roberto Teixeira, seu filho Luiz Cláudio da Silva há três anos reside em imóvel de uma empresa controlada pelo mesmo Teixeira. E Fabio Luis, o “Lulinha”, escolheu viver em apartamento pago por um amigo.

Lulinha optou por um apartamento na exclusiva região dos Jardins, em São Paulo, pago pelo amigo empresário Jonas Leite Suassuna Filho.

Em 2010, o apartamento onde Lulinha morava, nos Jardins, tinha aluguel mensal fixado em R$ 12 mil mensais.

Lulinha foi para outro apartamento do mesmo Jonas, em Moema, cujos vizinhos pagam ao menos R$ 40 mil entre aluguel, condomínio e IPTU.

Quando Lula foi eleito em 2002, consta que Lulinha ganhava R$ 1.300 em um zoológico. Em 2010, já era sócio de ao menos seis empresas. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto.

Varias denuncias giravam em torno que Ney Suassuna estaria por trás da alavancada financeira que teria Jonas Suassuna, varias especulações porem ninguém jamais investigou a veracidade e os indícios disso. A justificativa e que teria feito fortuna ao vender os CDs de Cid Moreira com passagens bíblicas, na atual conjuntura não e de duvidar que alguma das empresas envolvidas em Corrupção no Governo Federal adquiriu tais CDs a titulo de lavagem de dinheiro de propina. Porem para afirmar isso somente investigando e quebrando os sigilos para ver que foram os grandes compradores ou ate possivelmente o que eu não duvido lavadores.

Inclusive foi denunciado por uma colunista que Suassuna teria comprado uma propriedade em uma ilha e decorado de acordo com os gostos do ex-presidente Lula e de sua esposa Marisa Leticia.

Uma ilha em Angra: mais um elo entre Jonas Suassuna e Lulinha da Silva

Uma dupla de decoradores do maior bom gosto – famosíssima no eixo Rio-São Paulo – foi contratada em 2012 para fazer uma casa na Ilha dos Macacos, em Angra, bem na fronteira com a deslumbrante Lagoa Azul. A propriedade foi levantada com casa principal – 8 suítes – e mais três bangalôs duplex. Praticamente uma pousada. Custou entre R$ 3 e 4 milhões, na época, e foi toda custeada por Jonas Suassuna, dono da Editora Gol, e sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na Gamecorp.

Lagoa Azul, em Angra dos Reis

Lagoa Azul, em Angra dos Reis

Chamou a atenção dos profissionais que o pagamento fosse feito sempre em grana viva, com recibos em nome da Gol Empreendimentos. Suassuna pessoalmente supervisionou toda a obra e seu sócio, Lulinha, esteve várias vezes na Ilha. Numa das ocasiões, em reunião com os arquitetos, foi incisivo: queria mármore de Carrara em toda a casa. Uma das 8 suítes foi feita especialmente para o ex-presidente Lula da Silva e Marisa Letícia. Se ele foi ou não, os rapazes não sabem. Mas um deles, terminada a obra, almoçou na Ilha com Suassuna e Lulinha.

Pela importância desse elo entre Suassuna e o pivô de Furnas vou reproduzir a matéria da Época na integra

Em 2006 a Bauruense contratou Arlindo Molina como terceirizado o ex-assessor de relações institucionais em Furnas

Em dois anos de governo Lula, uma desconhecida empresa de Bauru, no interior de São Paulo, amealhou contratos de quase R$ 400 milhões com Furnas, a sexta maior estatal do país. Em 2003 a Bauruense ficou com 90% dos contratos da mão-de-obra terceirizada, segundo a revista época levantou

 

 

Nas eleições de 2004, o dono da Bauruense, o empresário Ayrton Daré, emprestou seu jatinho Citation 2 à então candidata do PT à prefeitura de Bauru, Estela Almagro. A gentileza não entrou na prestação de contas da petista, o que é ilegal. ”Foi uma carona como tantas outras durante a campanha”, justifica Estela, derrotada nas urnas.

Vencedora de cinco concorrências para gestão de terceirizados em 2004, a Bauruense também ganhou cinco contratos sem licitação com Furnas e pelo menos um aditamento no mesmo período. Faturou 11 contratos com prazos de até 24 meses, numa conta que chega a R$ 323.672.277 – salto de 340% em relação a 2003. Iguais aos dela, só há mais dois contratos em vigor: da Enesa (R$ 53,8 milhões) e da Plansul (R$ 29,5 milhões).

”Não sou político, nem gosto de política”, diz Daré, que tem como braço direito em suas empresas o ex-deputado estadual Carlos Braga (PP), ex-malufista com discreta passagem pela Assembléia de São Paulo. Braga comanda uma rádio e o departamento jurídico da Bauruense. 

”Estive no gabinete do deputado federal José Janene (PP) falando sobre assuntos relacionados ao setor de energia, que me interessa”, diz Daré. O paranaense Janene, acusado de ser um dos operadores do mensalão, era o presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara.

Furnas informa ter assinado contratos sem licitação com a Bauruense por causa da liminar que a impediu, em 2004, de continuar as concorrências para contratação de pessoal. Diante da expiração dos contratos existentes e sob pena de prejudicar os serviços – já que até o ano passado não tinha autorização do governo para aumentar o quadro de pessoal -, a estatal argumenta que optou por renová-los com a Bauruense porque eram dela os contratos em vigor. A procuradora Guadalupe Couto estranha a explicação, porque a liminar vigorou de abril a maio. Alguns dos contratos foram fechados em fevereiro e junho.

Furnas diz que os contratos sem licitação foram substituídos pelos licitados. Em pelo menos um caso a empresa garante só ter pago 60% do previsto. A estatal tem 4.455 funcionários efetivos e 2.076 terceirizados. O TCU deu prazo até 2006 para a substituição dos terceirizados por concursados. Entre os contratados pela Bauruense para atuar em Furnas já esteve um dos pivôs do atual escândalo, Arlindo Molina. Ex-assessor de relações institucionais da estatal, Molina foi preso no mês passado sob a acusação de ter participado do grampo que flagrou o pedido de propina nos Correios.

Varias acusações do PT, Lula e Dilma que Aécio comandou a Corrupção em Furnas, o delator informa que era uma sociedade entre o PT de Lula e Dilma e Aécio Neves, porem a realidade mostra que Suassuna e Molina eram ligados a Bauruense que era comandada pelo ex-genro Carlos Braga ex-deputado do PP, porém durante a CPI todos entram em contradição e da impressão que todos estariam se chantageando para esconder uma roubalheira ainda maior.

Na CPI dos Correios o Dimas Toledo diretor de Furnas afirma que foi a pedido da então Ministra de Energia que ele teria ficado no cargo.

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A reunião de Dimas com Roberto Jefferson  PTB-RJ presidente da legenda aconteceu em 2005, portanto a Bauruense já tinha obtido contratos astromonicos com Furnas nos anos 2003, 2004 e inicio de 2005. Nesse momento Furnas estaria sendo passada ao PTB por que tudo indica, Jefferson afirmou que iria acertar com o então presidente Lula. Porém Arlindo de Suassuna entrou no páreo.

Voltemos a Suassuna o padrinho do sócio do Lulinha e Bauruense,  Bauruense que é tida como repassadora de propinas para Dimas q repassaria 2/3 para o PT e 1/3 seria para Aécio.

Henry Hoyer de Carvalho, ex-assessor  e braço direito do senador Ney Suassuna apareceu na Lava Jato como sendo o substituto da operação de propinas do PP no lugar de Alberto Yousseff quando do falecimento  de José Janene. O braço direito de Suassuna é investigado na CPI do Swissleaks  que investiga contas na Suíça.

Segundo consta no Estadao, seu nome também havia sido identificado pela Polícia Federal nas agendas do ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa antes do depoimento de Youssef. “Reunião com Maurício e Henry 6/9/12”, anotou Costa em uma agenda de 2012 e 2013 apreendida na Lava Jato.

Na agenda foi anotado um endereço atrás do Shopping Barra Garden, no Rio,onde teria ocorrido o encontro, que a PF identificou como sendo de “Henry Hoyer de Carvalho, ex-assessor do senador Ney Suassuna em 2006”. A existência de um segundo captador de propina a serviço do PP, somada aos operadores do PMDB, indica que a extensão, cifras desviadas e patentes dos envolvidos exigiam uma organização quase industrial para manter o esquema em funcionamento, segundo os investigadores.

Henry consta como diretor executivo da Associação Comercial e Industrial da Barra da Tijuca (Acibarra), presidida há anos por Suassuna. De abril a novembro de 2005, ele foi assessor no gabinete do ex-senador. Os dois também foram sócios em duas empresas: Sunisa S/A, uma holding de instituições não financeiras, e Rivertec Informática. Ambas já foram fechadas, conforme registros da Receita Federal.
Henry foi exonerado do gabinete de Suassuna no Senado em 2005, quando o então líder do PMDB foi investigado por supostamente favorecer a Empresa Brasileira de Assessoria e Consultoria (Embrasc) em contrato assinado com a Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio (Cedae), em 2000. Conforme os procuradores, um dos intermediários do negócio foi Henry. Em junho de 2013, o Supremo Tribunal Federal acatou pedido da defesa de Suassuna e extinguiu a punibilidade no caso por prescrição de prazo.
Hoje, Henry é sócio do Centro shopping Participações Ltda, em Vitória, e do escritório de cobrança Unidos. Seu endereço é uma mansão na Barra da Tijuca
Em depoimento em 8 de agosto, na Justiça Federal, em Curitiba, onde estão os processos da Lava Jato, Youssef confessou ser operador do PP em nome do ex-deputado José Janene (PP-PR) –morto em 2010 –e indicou um segundo movimentador de propina. Os dois atuavam nos contratos bilionários da Diretoria de Abastecimento da Petrobrás. Por meio dela, que foi assumida por Costa em 2004, a pedido de Janene, o PP recolhia 1% de todos os grandes contratos da área na estatal.
E desses 1% da Diretoria de Abastecimento, era o senhor que fazia a distribuição?”, perguntou na audiência o juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. “Sim, senhor. Grande parte disso era eu que operava, mais a frente também tinha outros operadores”, respondeu Youssef.
O magistrado perguntou quais seriam os outros operadores”.Tinha Fernando Soares (o Fernando Baiano), que operava com Paulo Roberto Costa, para o PMDB. E tinha um outro que se chamava Henry, que também operava quando o Partido Progressista perdeu a liderança. Aqueles líderes antigos, da turma do sr. José (Janene), perderam a liderança, aí entrou esta pessoa Henry pra que pudesse fazer operações pra eles”, afirmou.
Durante aquela semana o Estadao tentou contato com Henry em sua casa, na Acibarra e em suas empresas, mas ele não ligou de volta. O jornal enviou perguntas por e-mail, sem resposta. Uma pessoa que atendeu a reportagem na na casa do empresário afirmou que ele estava numa festa e orientou a ligar na quinta. No mesmo dia, a Acibarra promovia um evento. Na manhã seguinte, a informação era que ele não morava mais lá.

Suassuna afirmou que, embora o nome de Henry conste como diretor da Acibarra,“ele não aparece lá faz tempo”. “É uma pessoa que conheci. Tive sociedade com ele e ele foi meu assessor. Depois que ele quebrou como empresário, eu não tive mais contato”, afirmou. Sobre a citação ao nome do ex-sócio na Lava Jato, Suassuna disse ao: “Não sei nada disso, mas não acredito. Não o vejo com envergadura para estar envolvido nisso”.

Henry Hoyer de Carvalho já é alvo da Lava Jato, porém LUIZ FERNANDO SILVA DE MAGALHÃES COUTO hoje secretario em Duque de Caxias e Arlindo Molina os homens de confiança de Suassuna entram de cabeça na Lava Jato e podem levar o seu apadrinhado e sócio de Lulinha junto, impossível investigar Aécio sem investigar a familia do sócio do Lulinha.  Até por que Luiz Fernando Couto era o responsável do contrato da Bauruense segundo o TCU.

Apesar que as meninas do Janot já conseguiram investigar a delação de propina para Cunha sem investigar a propina para Dilma e o PT na delação de Joao Henriques.

Pau que bate e Chico vai bater em Francisco? Chegou da verdade, doa a quem doer.

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