home Direito e cidadania, Policia, Política, Uncategorized Governo Dilma renovou dia 29/12 contrato com empresa de pai do Ministro Barroso do STF 12 dias após decisão sobre o Impeachment

Governo Dilma renovou dia 29/12 contrato com empresa de pai do Ministro Barroso do STF 12 dias após decisão sobre o Impeachment

No dia 31 de dezembro de 2015 publicamos sobre sobre a Offshore de Tereza Cristina Van Brussel esposa do Ministro Luis Roberto Barroso nos Estados Unidos e sobre as empresas que o ministro ainda responde exclusivamente, trouxemos também a esposa do Ministro compartilhando vídeo que acaba por convocar a  população a se manifestar favoravelmente pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff  Agora vamos aprofundar sobre as relações diretas e indiretas da família barroso com o Governo.

É de conhecimento e foi publicado que na data que na sua posse o Ministro permanecia perante a Receita Federal como sócio da empresa Luis Roberto Barroso CNPJ 39.093.331/0001-59 e que após a sua posse a Luis Roberto Barroso teria fechado um contrato de R$ 2 milhoes de reais com a Eletronorte em 12 de agosto de 2013. A época alegaram que o Ministro teria se retirado da sociedade em 20 de junho de 2013 e que ele tomou posse somente no dia 26 de junho de 2013, informaram ainda que tinham registrado na OAB a alteração em data de 08 de julho de 2013, após isso que iriam registrar na Receita Federal. A informação dada pelo escritório que a nova razão social era  Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonca & Associados – Escritorio de Advocacia com sede no Rio de Janeiro e quem iria responder pelo escritório era RAFAEL BARROSO FONTELLES.que mantém outra empresa com o mesmo nome em Brasilia com o CNPJ 10.866.368/0001-90, já essa empresa não era a do contrato com o Governo.
52335cac6c33188e4387e05ad32c4f45fdd0a8860f3d4

Porém nunca apresentaram documentos sobre todas essas declarações, porém jamais acreditaríamos que houvesse algo de ilegal, apesar de ser imoral.

Continuamos a acompanhar como seguiria a relação ao tal contrato e quem eram os sócios do referido escritório, que mantém contrato com o Governo.

Verificamos que no DOU de 09 de outubro de 2014 o contrato foi renovado, porém quem assinou foi uma pessoa simplesmente como o nome de “KARIN “pela contratada, totalmente atípico não ter sobrenome, porém em consulta o site da Receita Federal consta  Karin Basilio Khalili Dannemann como administradora no quadro de Sócios e Administradores – QSA, acreditamos que seja ela a tal Karin que consta sem sobrenome no Diário Oficial.

Outubro de 2014

.

Porém o que causou estranheza que no 29 de dezembro de 2015 e por não ser a data base do contrato,que era agosto, que coincidentemente 12 dias após o Ministro do STF conseguir impor no Supremo  no dia 17 de dezembro de 2015 sua posição sobre o rito do Impeachment de Dilma Rousseff  o contrato da Barroso fora renovado pelo Governo Dilma.

29 de dezembro de 2015

.

Com todas essas coincidências nos chamou a atenção que mesmo Luis Roberto Barroso Ministro do STF saindo da sociedade seu pai ainda continua sócio da contratada da Eletronorte.Barroso Pai AS Sem título

.

O Ministro inclusive já atuou em processos da CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S/A – ELETRONORTE no STF http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=2674915&numeroProcesso=599628&classeProcesso=RE&numeroTema=253

Realmente é estranho que após decisão polemica do STF e nao na data-base do contrato seja renovado o contrato da empresa do pai do Ministro com o Governo Dilma, porém o quem vem pela frente e ainda mais promiscuo de tudo o que já foi apresentado até agora. O Ministro não pode esquecer do ditado propagando através dos séculos após um grande escandalo em Roma.

“À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”

Diário Oficial da União do dia 29 de dezembro

17 thoughts on “Governo Dilma renovou dia 29/12 contrato com empresa de pai do Ministro Barroso do STF 12 dias após decisão sobre o Impeachment

  1. Se a polícia Federal não for estrangulada pelo governo. Ainda veremos mais podridão. Mas, infelizmente o governo fará um corte de mais de 130 milhões de reais, que seriam destinados a PF.

  2. Isso não é estranho, é o valor que um ministro do Supremo Tribunal Federal vale (indicação/nomeação, 2 milhões prestação de serviço sem licitação/Contrato e renovação com genitor, relações estranhas com empresas em sociedade com esposa…), a ética e moralidade são temporais e circunstanciais, com certa resistência $. Vivemos questões política, financeira, ética… jamais vista, governo manipula, aparelha o judiciário (STJ – STF) e parcialmente controla o TSE. Esse PT nunca e jamais terá ética ou princípios – luta pelo poder e somente pelo poder, vale tudo “eles não sabe do que somos capazes de fazer para ganhar as eleições”. Resumo: Governo CLEPTOCRATA. Governo de bandidos – Uma Quadrilha no Governo Brasileiro. ACS

  3. QUEM ESTÁ INDOPARA O FUNDO DO POÇO… O POVO BRASILEIRO OU O BRASIL. PRECISAMOS DE ACORDAR COM URGENCIA, PORQUE LOGO, LOGO, ESSES PETRALHAS VÃO QUERER , FAZER DO NOSSO PAIS UMA VENEZUELA, PARA ELES

  4. Apenas para conhecimento, muitos sócios antigos continuam constando do cadastro junto a RFB mesmo após a baixa. Infelizmente é comum. O correto seria verificar junto a OAB quem são os sócios atuais – Cadastro competente para registro dos sócios de um escritório de advocacia. O “nunca apresentaram documentos ” não é justificativa para publicar algo tendencioso sem apuração total dos documentos que, aliás, são públicos.

    1. Rafal Os dados são perante a receita federal, verifique que o Ministro já não consta como sócio, porém seu pai consta, mostrando que já foi atualizado no cadastro a receita federal. Isso se torna obrigatório principalmente quando se é um prestador de serviços do governo.
      A ilegalidade existe no caso do Ministro estar como presidente do IDEIAS, como relação ao contrato do pai com o Governo diante dos indícios seria nosso desejo que o próprio STF solicita-se ao MPF como fez no caso do genro do Ayres Britto, investigue-se, afinal os juízes são servidores públicos e não Deuses.

  5. Que esse senhor petista trabalhava para si e pt, não havia dúvida. Mas será que o povo vai aceitar um ministro com essa maracutaia toda? Reação, meu povo….REAÇÃO

  6. Hoje o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, declarou em entrevista que governo conseguirá “enterrar” o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff ainda na Câmara de Deputados. É possível mesmo, já que acordou com os corruptos, “pagou” banqueiros e o capital econômico usurpando todo capital popular. Agora, é provável que Itaú com sua REDE e outros darão um tempo. Eis uma demonstração do modus operandi das organizações criminosas atuantes no Sistema Jurídico.

  7. Nada de novo no front ocidental, já temos exemplos aberrantes neste tribunal sobre a lisura e honestidade de seus componentes que vai desde um cargo para os filhotes dos juizes a facilidades no governo federal sobre licitações e contratos, tivemos até um juiz que inocentou gente do mensalão e ainda queria participar da dosimetria da pena, coisa que coraria o diabo, temos juiz que nunca conseguiu passar em um simples concurso para juiz até outro cuja mamãe pediu favores ao apedeuta para nomear o filhote, um juiz que não viu formação de quadrilha no mensalão e outras que são apenas maria vai com as outras. Pobre tribunal, mataria Rui Barbosa de nojo

  8. Por João Batista Damasceno

    TENHO VERGONHA DE SER JUIZ

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz. E não preciso dizê-lo. No fórum, o lugar que ocupo diz quem eu sou; fora dele seria exploração de prestígio. Tenho vergonha de dizer que sou juiz, porque não o sou. Apenas ocupo um cargo com este nome e busco desempenhar responsavelmente suas atribuições.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz, pois podem me perguntar sobre bolso nas togas.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz e demonstrar minha incompetência em melhorar o mundo no qual vivo, apesar de sempre ter batalhado pela justiça, de ter-me cercado de gente séria e de ter primado pela ética.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz e ter que confessar minha incompetência na luta pela democracia e ter que testemunhar a derrocada dos valores republicanos, a ascensão do carreirismo e do patrimonialismo que confunde o público com o privado e se apropria do que deveria ser comum.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz e ter que responder porque — apesar de ter sempre lutado pela liberdade — o fascismo bate à nossa porta, desdenha do Direito, da cidadania e da justiça e encarcera e mata livremente.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz, porque posso ser lembrado da ausência de sensatez nos julgamentos, da negligência com os direitos dos excluídos, na demasiada preocupação com os auxílios moradia, transporte, alimentação, aperfeiçoamento e educação, em prejuízo dos valores que poderiam reforçar os laços sociais.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz porque posso ser confrontado com a indiferença com os que clamam por justiça, com a falta de racionalidade que deveria orientar os julgamentos e com a vingança mesquinha e rasteira de quem usurpa a toga que veste sem merecimento.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz porque posso ser lembrado da passividade diante da injustiça, das desculpas para os descasos cotidianos, da falta de humanidade para reconhecer os erros que se cometem em nome da justiça e de todos os “floreios”, sinônimos e figuras de linguagem para justificar atos abomináveis.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz porque faço parte de um Poder do Estado que nem sempre reconheço como aquele que trilha pelos caminhos que idealizei quando iniciei o estudo do Direito.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz, porque tenho vergonha por ser fraco, por não conhecer os caminhos pelos quais poderia andar com meus companheiros para construir uma justiça substancial e não apenas formal.

    Tenho vergonha de dizer que sou juiz, mas não perco a garra, não abandono minhas ilusões e nem me dobro ao cansaço. Não me aparto da justiça que se encontra no horizonte, ainda que ela se distancie de mim a cada passo que dou em sua direção, porque eu a amo e vibro ao vê-la em cada despertar dos meus concidadãos para a labuta diária e porque o caminhar em direção a ela é que me põe em movimento.

    Acredito na humanidade e na sua capacidade de se reinventar, assim como na transitoriedade do triunfo da injustiça. Apesar de testemunhar o triunfo das nulidades, de ver prosperar a mediocridade, de ver crescer a iniquidade e de agigantaram-se os poderes nas mãos dos inescrupulosos, não desanimo da virtude, não rio da honra e não tenho vergonha de ser honesto.

    Tenho vergonha de ser juiz em razão das minhas fraquezas diante da grandeza dos que atravancam o caminho da justiça que eu gostaria de ver plena. Mas, eles passarão!

    João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política e juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Membro da Associação Juízes para a Democracia (AJD).
    by Jus Brasil

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=854189938003024&set=a.339812582774098.81379.100002360787113&type=1&theater

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *