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PROXIMUS E O PMDB DO RJ – OLIVIA VIEIRA ALVO DA LAVA JATO, TRABALHA PARA SANDRO LAHMANN ALVO DA HURRICANE

Olivia Vieira alvo a Operação Xepa derivada da Acarajé na Lava Jato é gerente financeira da CS 986 ADMINISTRACAO E PARTICIPACOES LTDA, cujo sócios são SANDRO ALEX LAHMANN e GLAUCIA DOS REIS LAHMANN.

Consta no pedido do MPF para a Operação XEPA

“PROXIMUS- entrega no endereço Avenida das Américas, 3500, Torre Hong Kong 1000, Sala 312, Bloco 5, Le Monde, Rio de Janeiro/RJ, a serem liquidados nas datas de 16/09, 24/10, 29/10, 12/11 e 13/11 nos valores de R$ 500.000,00 cada um. Há ainda menção à obra vinculada como sendo “METRO LINHA 4- OESTE”

PROXIMUS é o grupo de Sérgio Cabral conforme Planilhas da Oebrecht

Olivia

CS 986

Sandro Lahmann era  sócio do Secretario do Rio de Janeiro Cesar Rubens do SEAP que pediu exoneração a época da Lava Jato em maio de 2015.

A CS 986 foi processada pelo MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL por efetuar doações  acima dos valores disponíveis em seu balanço conforme Dias Toffoli do TSE.

Sandro Lahmann alegou ao TSE ” c) ter sido a doação realizada pela empresa Diagnóstica Sudeste Comercial Cirúrgico e Serviços de Aparelhos Ltda. e não pela primeira agravante, segundo comprovariam as provas colacionas;”

Segundo Dias Tofffoli : “d) ser necessária a incursão no acervo fático-probatório, o que é vedado pelo Enunciado Sumular 7 do Superior Tribunal de Justiça, para o conhecimento da alegação de inexistência de doação, pois, de acordo com o acórdão recorrido, o recibo assinado pelo recorrente SANDRO ALEX LAHMANN elide qualquer dúvida sobre a realização da doação;”

http://www.jusbrasil.com.br/diarios/97718004/tse-13-08-2015-pg-39

O DIA

César Rubens: Negócios fora da lei e gasto maior em presídios

Despesa subiu 141% entre 2009 e 2013. Rio paga R$ 661 por mês com comida por preso. São Paulo, R$ 119

Rio – Os bons negócios privados não garantem ao coronel César Rubens Monteiro de Carvalho sucesso na secretaria de Administração Penitenciária. Em oito anos à frente do comando dos 30 mil encarcerados do Rio de Janeiro, o oficial da PM conseguiu colocar o estado na liderança nacional dos maiores custos para manter o sistema penitenciário. A disparada nos gastos alcançou 141% entre 2009 e 2013, enquanto que o crescimento da população carcerária foi de apenas 47% no mesmo período.

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No mesmo período que os gastos com a alimentação subiram na Seap, a curva com as despesas de Saúde e Ressocialização dos presos é proporcionalmente inversa. Enquanto as refeições comeram R$ 254 milhões, em 2013, a secretaria investiu só R$ 4 milhões naquele ano no tratamento médico dos detentos e R$ 13 milhões nas atividades produtivas

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Sócio é dono de uma firma envolvida em superfaturamento de material cirúrgico

Encrenca em dose dupla. Além da casa de câmbio Intermundos — responsável pelo lucro extraordinário de R$ 1,2 milhão nas contas do secretário de Administração Penitenciária em apenas um ano — o coronel César Rubens Monteiro de Carvalho é dono de outro empreendimento explosivo. Em 2011, ele e dois amigos abriram a Precisão Indústria e Comércio de Mármores e Granitos, com escritório num condomínio de salas de luxo da Barra da Tijuca e com as instalações previstas para funcionar no Complexo Industrial de Queimados.

Sandro Alex foi detido em ação policial e Marcos Vinícius, é ex-secretário de Tratamento Penitenciário

Foto:  Reprodução

Um negócio robusto, que valeu, inclusive, um aporte financeiro de peso: juntos, os três empregaram R$ 1 milhão de capital no negócio, que até hoje não produziu uma pedra sequer. A composição da sociedade na Precisão Indústria e Comércio traz outro ingrediente sombrio: um dos sócios é o advogado Marcos Vinícius Silva Lips, ex- secretário adjunto de Tratamento Penitenciário da Seap, e o outro é o empresário Sandro Alex Lahmann, um dos donos da Lahmann Rio Comercial Cirúrgico — empresa envolvida em escândalo de venda de medicamentos e materiais cirúrgicos para o Ministério da Saúde com preços superfaturados.

Preso na Operação Furacão, em 2005, o empresário foi acusado de oferecer vantagens para agentes da PF parar a investigação, que, à época, mostrava que parte dos R$ 8,3 milhões recebidos eram transferidos para a agência do Banco do Brasil de Bento Ribeiro, para financiar campanhas políticas.

Sandro Lahmann na Operação Hurricane

EVENTO 01 (INCIDÊNCIA PENAL: ARTIGOS 317 e 333 do CP)

Os denunciados FLÁVIO DE ASSIS FURTADO e CARLOS ALBERTO ARAÚJO, “negociaram” com o acusado SANDRO ALEX LAHMANN o encerramento das investigações realizadas no âmbito do inquérito policial n.º 254/2005., em que este figura como investigado.

O encontro em que se efetivou o mencionado “negócio” ocorreu no dia 21/07/2006, num estabelecimento comercial denominado BARRIL 8000, e contou com a presença de FLÁVIO FURTADO, ARAÚJO e SANDRO LAHMANN30. Naquela oportunidade, SANDRO LAHMANN prometeu vantagem indevida aos aludidos policiais, os quais não exitaram em aceitá-la, para que o o aludido inquérito fosse relatado.

Trata-se de inquérito policial instaurado para apurar a prática dos delitos tipificados nos arts. 1º, inciso I, da Lei nº 8.137/90; 1º, da Lei nº 9.613/98; 288 e 333, parágrafo único, ambos do Código Penal, pelos administradores de LAHMANNO RIO COMERCIAL CIRÚRGICO LTDA (CNPJ nº 001.101.732/0001-78), notadamente Sandro Alex Lahmann, Gláucia dos Reis Lahmann, Letícia Lahmann, Lisandro Pompeu.

O procedimento foi instaurado por requisição do Ministério Público Federal, após este órgão ter recebido documentação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério de Estado da Fazenda – COAF, em que se noticia que a sociedade limitada LAHMANNO RIO COMERCIAL CIRÚRGICO

LTDA teria movimentado cerca de R$ 8,3 milhões de reais entre 28.10.2003 e 09.09.2004 na agência nº 4550 do Banco do Brasil S.A., em Bento Ribeiro, Município do Rio de Janeiro-RJ. A referida movimentação teria se caracterizado principalmente por um depósito oriundo da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro e posteriores saques em dinheiro para, supostamente, financiar campanha política do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB.

No mesmo passo, embora tenha sido feita menção a um certo “funcionário da Telemar, que atende pelo nome ‘Braga'” (fl. 14), indivíduo supostamente remunerado por Sandro Alex Lahmann para verificar mensalmente se os terminais telefônicos da empresa LAHMANNO são objeto de escutas,…

Igualmente, não se procurou verificar se o atual Governador do Estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral Filho, então Senador por esta mesma unidade da Federação, tinha entre seus assessores alguém com nome de “Ari”, conhecido como “Arizinho”.

Comecemos a descobrir por que o grupo PROXIMUS de Sergio Cabral e Pezao, assim como o Grupo GREGO de Picciani, assim como do Grupo do NERVOSINHO o prefeito Eduardo Paes estão nervosos com  a Lava Jato e querem ajudar Dilma Rousseff a escapar da cassação pelo Impeachment bem como livrar Lula e a Odebrecht da cadeia

 

 

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