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Policial que entregou dossiê da Lava Jato deve ser alvo da corregedoria

Flávio Werneck nega que entregou o dossiê, porem não sei quem era o outro policial que foi junto com ele e o Tiao Viana do PT-Acre. E bom lembrar que já apareceu um delegado do Acre tentando ajudar o PT a anular a Lava Jato, agora tem um policial oculto que ninguém sabe o nome. Porém muita gente não sabe, porem Igor Rousseff o sobrinho oculto de Dilma Rousseff foi agente da Policia Federal justamente no Acre. Deve ser investigado, até por que Flávio já confirmou que ele não entregou nem um dossiê e ainda a FENAFEP, afirma que Flávio Werneck ajudou a salvar a Lava Jato  http://www.fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/46659.

Porém como não sei quem é o 4 elemento da reunião não posso emitir opinião sobre o mesmo. Porem se for do Acre temos que colocar a lupa sobre o elemento.

Por AE

Flávio Werneck é ligado ao PDT, partido da base aliada do governo Dilma

O presidente do Sindicato dos Policias Federais no DF, Flávio Werneck, que conforme a revista Veja levou um dossiê para o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, contendo informações contra o juiz Sérgio Moro e investigadores da Operação Lava Jato é ligado ao PDT, partido aliado ao governo da presidente Dilma Rousseff. Em 2014, Werneck disputou mandato de deputado federal pela legenda, sem sucesso. O Estado apurou que a Coordenação de Assuntos Internos da Corregedoria da PF deverá instaurar investigação para apurar sua conduta nesse episódio do dossiê.

Werneck já ocupou na gestão do governador Agnelo Queiroz (PT) o cargo de chefe da diretoria de assuntos estratégicos da corregedoria de saúde. O petista deixou o governo em 2014 em meio a vários escândalos de corrupção, inclusive na área da saúde.

Delegados da PF já identificaram nos seu quadro pessoas com a intenção de produzir dossiês contra investigadores que atuam na Lava Jato, mas não tinham conhecimento do episódio envolvendo Werneck que também é vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, que representa os agentes da PF. A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) irá divulgar nota nesta segunda dando apoio aos trabalhos dos delegados que atuam na Lava Jato e cobrando explicações de Werneck. “A entidade que ele dirige não representa os delegados”, diz a nota.

À revista Veja, Werneck justificou que apresentou o caso ao Planalto por se tratar de uma denúncia grave. “Temos um problema de anacromismo na investigação que já tem dois anos e vem pegando pontos-chave de empresas e do governo Isso afeta diretamente a economia”, disse, segundo registrou a revista. No dossiê a acusação é de que Moro e os outros envolvidos na Lava Jato estão a serviço de um grande plano do PSDB para implodir o PT e o governo.

Segundo a Veja, o ministro Jaques Wagner disse que encaminharia o dossiê para um promotor baiano de sua confiança dar sequência ao assunto. Ao Estado, o ministro negou que tivesse recebido qualquer documento. “Desconheço e não me interessa conhecer.” O Estado não conseguiu localizar Werneck neste domingo. Na última semana, Wagner indicou o promotor Wellington Cesar Lima e Silva para o Ministério da Justiça no lugar de José Eduardo Cardozo. A nomeação foi cancelada por decisão da Justiça Federal no DF por ele ser promotor na Bahia e foi autorizada através de liminar pelo TRF após isso.

 

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